Relação afetuosa que exclui a atração sexual. O termo foi utilizado pela primeira vez no século XV, pelo filósofo neoplatónico Marsilio Ficino, como um sinónimo de amor socrático. Ambas as expressões significam um amor centrado na beleza do caráter e na inteligência de uma pessoa, em vez dos seus atributos físicos, e remetem-se ao laço especial de afeto entre dois homens, a que o filósofo grego Platão se tinha referido no seu diálogo O Banquete, exemplificando-o com o afeto que havia entre Sócrates e seus discípulos homens, em particular Alcibíades.
Amor platónico
