Uma antropóloga norte-americana identificou os ossos de galinha mais antigos de África, contendo marcas de dentes humanos, que estão a ajudar a descobrir como é que estes animais, hoje presentes um pouco por todo o mundo, fizeram a travessia do Mar Vermelho. Os ossos mais antigos de galinhas domesticadas que se conheciam, até agora, datavam de 685 a 525 a.C., indiciando que estes animais terão chegado a África através do Egipto e do vale do Nilo há 2.500 anos. Mas os vestígios encontrados em Mezber fornecem “as provas mais antigas directamente datadas da presença de galinhas em África e apontam para o significado do Mar Vermelho e das rotas comerciais do leste africano na introdução da galinha” no continente, destaca Helina Woldekiros, investigadora de antropologia na Universidade de Washington.
Galinhas exploradoras
