O mito dos ratos do Convento de Mafra

Ratos

Navegando pelo fantástico mundo da internet, em busca de histórias estranhas, eis que fomos parar num sítio que apresenta vários mitos portugueses. Bem, há por lá histórias para todos os gostos, desde aquela que alegava que Reinaldo havia feito determinada coisa a uma das Doce, passando pela velha história da urina de rato na latas e muitas outras. Mas a que escolhemos também fez furor, sendo, sem dúvida, um dos mitos mais antigos de Portugal e que dá conta da existência de ratos gigantes que inundam os túneis subterrâneos do convento de Mafra. O autor do texto, o comediante Guilherme Duarte, conta que, segundo este mito, esses ratos seriam alimentados com cadáveres de cães, gatos e vacas, dados por militares que assim tentam impedir que estes monstros roedores invadam a cidade. Parece um cenário saído de um livro de “Uma Aventura” mas há muito boa gente a acreditar que é verdade. O mito tem origem na morte de um militar que caiu nos esgotos e foi encontrado com sangue e ratos à volta. «Meu general, o agente Casimiro tropeçou e deu com os queixos no chão e faleceu!», tem muito menos encanto do que «Meu general, o Casimiro estava a fazer a ronda e foi atacado por ratos gigantes do tamanho de póneis! Arrancaram-lhe os tomates com uma dentada!». E foi assim, porque os homens gostam de exagerar na sua masculinidade, que surgiu o mito.

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