A mulher chega a casa e encontra o marido, na cama, com outra, 25 anos, bonita, com tudo no sítio, bronzeada, cheia de amor para dar. Arma o maior escabeche, mas o marido interrompe-a: «Antes deverias ouvir como tudo isto aconteceu! Encontrei esta jovem na rua, maltrapilha, cansada e esfomeada. Então, com pena do estado dela, trouxe-a para casa. Servi-lhe o jantar que tu não comeste no dia anterior com a mania das dietas, guardei o jantar no frigorífico, lembraste? Ela estava descalça, então dei-lhe aquele par de sapatos que, como foi a minha mãe que te deu, nunca usaste. Ela estava com sede e eu servi-lhe aquele vinho que estava guardado… para aquele Sábado que prometeste mas que nunca chega… pois, dói-te a cabeça, estás cansada e tens muito que fazer. As calças dela estavam rasgadas, dei-lhe aquele par de jeans quase novo, que ainda estava em perfeito estado, mas não te servia. Como ela estava suja, aconselhei-a a tomar um banho. No final, dei-lhe aquele perfume francês novinho que nunca usaste porque não era a tua marca favorita. Então quando já estava saciada perguntou: – Senhor, não tem mais nada que a sua esposa não use? – Nem respondi!! Dei logo!!!»
Tudo o que a mulher não usava…
