Numa pequena cidade do interior, havia um padre muito querido pela população. Ao fim de um tempo, ele teve que ir embora e o povo da cidade resolveu fazer-lhe uma festa. O presidente da câmara iria fazer um discurso no evento. Quando começou a festa, estavam todos lá, menos o presidente. Passada meia hora, o povo estava impaciente e o presidente não havia chegado ainda. Então, o padre resolveu fazer o discurso. Subiu ao palanque e disse: «Quando cheguei a essa cidade, a primeira pessoa que se confessou comigo disse-me que tinha roubado a herança da família, tinha traído a sua esposa por diversas vezes com a empregada, tinha bebido como um condenado, fumado de tudo como um doido, cheirado muita cocaína e visto milhões de filmes pornográficos. Logo pensei que aqui só havia homens como esse, mas, quando conheci o povo trabalhador e honesto, mudei de opinião». Acabando de falar, o presidente chegou, pediu perdão por se ter atrasado e começou o seu discurso: «Caros cidadãos, é com muito orgulho que vos digo que quando este padre aqui chegou, tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele!
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