Numa bela manhã de quinta-feira, em pleno setembro, o Florival vai a uma consulta com o seu médico de família. Depois daquela conversa de chácha inícial, o belo do Florival sai-se com esta bomba: “Doutor, eu temo, muito seriamente, que venha a tornar-me num mariconço do caraças!”. O clínico, incrédulo com o que estava a escutar, questiona: “Mas… Florival, então porquê?”. E o homem continua: “Olhe Doutor, a minha mãe morreu quando eu ainda era um bebé e a partir dessa data o meu pai passou a gostar de homens. Além disso, o meu avô também se tornou um grande maricas quando se separou da minha avó. Como se não bastasse, o meu tio Manuel, o irmão mais velho do meu pai, deu em maricas depois de 25 a nos de casado com a minha tia Ofélia. Já o meu primo Rafael, que era o maior namoradeiro na altura da escola, começou a andar com homens na semana passada… então Doutor, por causa de todos estes acontecimentos eu estou a ficar muito preocupado, receando que também me venha a transformar num mariconço!”. O médico, com semblante sério, questiona: “Realmente, isso é grave… na verdade o que me conta é deveras preocupante… mas, Florival, diga-me uma coisa, ninguém na sua família gostava de mulheres? Veja lá se se lembra…”. O Florival pensa um pouco e responde: “De mulheres… assim, mulheres nomais, que não sejam do tipo da nossa Miss Portugal, que me lembre só a minha tia Maria!”.
Florival, preocupado, vai ao médico de família
