A esposa do Josué está grávida e tem desejos por alimentos incomuns. Um dia ela decide que tem que comer caracóis, e faz o marido ir até uma loja para comprar alguns. Ele vai ao supermercado e compra uma meia-dúzia para fazer em casa. No caminho para casa, ele passa por um café e vê um amigo, que o convida para beber uma à saúde do filho que acaba de nascer. Vocês sabem como é que funciona um café, está sempre a entrar um amigo que paga mais uma rodada e conversa aqui, conversa ali… e o tempo passa. Sem se aperceber o Josué fica no café até o estabelecimento encerrar. Finalmente ele chega em casa. Quando ele está na frente da porta, duas coisas acontecem: o saco rasga-se e os caracóis espalham-se na calçada e a esposa abre a porta e começa a gritar com ele, exigindo saber onde é que ele foi e por que demorou tanto tempo para chegar em casa. O Josué olha para a sua esposa, olha para os caracóis, depois para a esposa, depois para os caracóis novamente e diz: «Vamos lá, rapaziada! – diz ele aos caracóis – Estamos quase lá. Força, são apenas mais alguns metros».
Josué foi comprar caracóis para a esposa
