Não é volátil, minha filha, é volúvel…

Mulher bonita

Uma rapariga vai confessar-se. Ajoelha-se e diz ao Padre: — Padre, preciso que o senhor me perdoe pelos meus pecados. — Conte-me os seus pecados, minha filha! — Sou noiva há três anos e vou casar-me na semana que vem. Ontem, à tarde, encontrei um ex-colega de trabalho e ficamos a conversar. Depois, convidou-me para conhecer o apartamento dele. Eu fui. Terminamos na cama, Sr. Padre. Sabe, é que sou tão volátil! — Volúvel, minha filha! — Antes de ontem encontrei um amigo, que não via há muitos meses. Conversamos muito e fomos jantar. Então ele levou-me para conhecer um hotel novo, recém inaugurado. Fui e terminamos na cama, Padre. É que sou tão volátil! — Volúvel, minha filha! — No dia anterior, vi um amigo meu lá no Supermercado. Fui falar com ele e, conversa vai, conversa vem, levou-me ao apartamento dele e terminamos na cama. É que sou tão…! — Como é mesmo a palavra, Sr. Padre? — Prostituta, minha filha, prostituta!

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