O alentejano e a rusga na casa de alterne

Idoso

O Ti Manel, alentejano nascido e criado na vila da Azaruja, enquanto estava numa conhecida casa de alterne lá para os lados da fronteira, é apanhado no meio de uma rusga feita pela GNR. Os guardas adentraram pelo citado estabelecimento e mandaram todos os presentes encostarem-se à parede para a realização do interrogatório. À primeira pessoa a ser interrogada, para alem do nome foi-lhe perguntado também a profissão. A moça, que aparentava uns 20 anos respondeu que se chamava Albertina e que era costureira. A segunda a ser questionada respondeu que se chamava Silvina e era escriturária. Cabe ressaltar que o Ti Manel era o único homem perfilado e ao que ninguém era preso e que os guardas aceitavam aquelas respostas das meninas, desabafou: “Não querem lá ver que aqui a puta sou eu!”.

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