No comboio Lisboa-Faro viajava uma bela mulher, com um bebé ao colo… e um par de peitos do tamanho do Mundo! No banco em frente vai sentado um homem que não tirava os olhos do decote da moça. O bebé desata a chorar e a espernear, e para acalmá-lo, ela tira o peito para fora para alimentá-lo. Mas o danado do bebé continua na gritaria. Para tentar convencer a criança, a mãe diz: “Vá lá Vasquinho, chupa, senão dou a maminha àquele senhor!”. Mas nada do bebé mamar… e a cena repete-se, dizendo a jovem: “Vá lá filhotinho, chupa, senão dou a maminha àquele senhor!”. E o puto não mamava, e o comboio aproximava-se de Faro, e as cenas repetiam-se, uma e outra vez até que o homem, já farto da situação, grita-lhe: “Oh minha senhora, veja lá se o puto se decide, porque eu já devia ter saído em Saboia…”.
O bebé que não parava de chorar
