Uma Senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou: “Desculpe-me, Senhor Padre, posso lhe pedir um favor?”. O pároco prontamente lhe disse: “Claro, minha filha, o que posso fazer por ti?”. E a mulher continua: “É que eu comprei um novo secador de cabelo sofisticado, muito caro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega. Será que o Senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?”. O religioso respondeu: “Claro que posso, minha filha, mas tu deves saber que eu não posso mentir!”. A mulher insiste: “O Senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta”. E, de imediato, deu-lhe o secador. O avião chegou ao Aeroporto de Lisboa. Quando o padre se apresentou à Alfândega, perguntaram-lhe: “Senhor Padre, o senhor tem algo a declarar?”. O padre prontamente respondeu: “Do alto da minha cabeça até à faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho”. Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou: “E da cintura para baixo, o que o Senhor tem?”. O Padre respondeu: “Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado”. Desmanchando-se a rir, o fiscal exclamou: “Pode passar, Senhor Padre! O próximo…”. Moral da História: A inteligência faz a diferença. Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas.
Padre passa a Alfândega com um secador de cabelo
