Numa aldeia do interior, um casal esperava o nascimento do primeiro filho. No dia do parto, tudo estava conforme a rotina, chamaram a parteira, rompe-se a bolsa d’água, mas nada de bebé. Só vento! E quando a noticia correu, nasceu foi a alcunha para o infeliz: “O pai do vento” era o que mais se ouvia quando ele aparecia em algum lugar. O padre local, ao saber que o rapaz comprou uma arma e estava a ameaçar os engraçadinhos, mandou chamá-lo e deu-lhe um sermão: – Meu filho, o povo esquece, não faças uma loucura. O sujeito concorda e promete guardar a arma. Mas logo depois de deixar a igreja, o padre escuta dois tiros em frente à igreja. Ao abrir a porta, depara-se com o rapaz, com o revolver na mão, e um sujeito caído, esvaindo-se em sangue, ao lado de um carocha, ainda com a porta aberta. – O que houve, meu filho? – Senhor Padre, chamarem-me de pai do vento, ainda vai. Agora, pedirem para eu arriar as calças e encher os pneus do carro já é demais!
Problemas com o Pai do Vento
