A sogra do Chico morreu e, como não podia deixar de acontecer, o Chico apanhou uma camada, daquelas de caixão à cova. Realmente, ele estava com uma bezana sem igual! Estava tão bêbado, que na hora da cremação da sogra ele já nem se segurava mais em pé. Toda a família chorava em volta da urna onde a velha estava depositada, menos o genro. Aí ele, mais do que para lá de Bagdá, resolveu fazer uma homenagem para a sua “quase mãe”. Cambaleando, ele subiu em cima de uma cadeira e com ajuda dos parentes, encheu o peito de ar e disse: – E (hic), agora pessoal, uma salva (hic), de palmas para o “Assador”.
Sogra cremada…
