Um executivo português foi a Las Vegas e perdeu tudo que tinha no cassino, até as calças, só ficou com a passagem para voltar a Portugal. Foi para a frente do cassino e encontrou um táxi à espera. Entrou e foi logo explicando a situação ao motorista. Prometeu ao taxista mandar-lhe o dinheiro em dobro assim que chegasse a Portugal. Mostrou-lhe o passaporte, endereço, cartões de crédito, todos os dados possíveis para o motorista confiar nele. O taxista, no entanto, respondeu-lhe: – Se não tem 40 dólares, então saia do meu táxi, seu fedepê! Muito desesperado, o executivo teve que se arranjar para chegar ao aeroporto. Um ano depois, o executivo reconstruiu o património e voltou a Las Vegas, só que dessa vez foi ele quem faliu o cassino! Triplicou a sua fortuna. Sentindo-se muito bem, vai até a entrada do cassino procurar um táxi para o levar ao aeroporto. Surpreso, avista, no fim da longa fila de viaturas, o motorista fedepê que não lhe quis dar crédito no ano anterior. Procurando vingança, o executivo chegou-se para o primeiro táxi da fila e perguntou-lhe: – Quanto custa para me levar daqui ao aeroporto? – 40 dólares. – E para me ir fazendo u8m serviço oral durante o caminho? – Nem entre no meu táxi, seu canalha! Está muito enganado, não fazemos esse tipo de serviço aqui! O executivo fez o mesmo com todos os táxis da fila e a resposta era sempre a mesma. Finalmente, chegou ao último carro, onde o seu velho amigo estava a ler um jornal e demonstrou não o reconhecer: – Quanto custa para me levar ao aeroporto? – 40 dólares – respondeu-lhe o motorista. Sem perguntar-lhe mais nada, o executivo disse-lhe: – Ok, vamos lá! Enquanto o táxi passava pelos outros carros da fila, o executivo sorria e acenava feliz para os restantes motoristas.
Vingança é um prato que se come frio
