Conheça um pouco dos organizadores desta feira

Velha Lamparina

A Velha Lamparina – União de Artes e Ofícios e Recreações Históricas é uma instituição sem fins lucrativos, que representa um movimento de artesãos portugueses na área do artesanato genuíno português, vocacionados para recriações históricas desde os primeiros povos da península até ao século XX. Esta instituição foi criada em 2009, parecendo uma Associação muito jovem porque realmente o é, mas os seus fundadores são artesãos com muitos anos de experiência em Feiras Medievais, Romanas ou de qualquer outro período histórico. É uma Associação especializada em recriações históricas e conta…

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Mitos e verdades sobre a Idade Média

Cinto de castidade

Cavaleiro andante: É um mito, pura criação literária, tão fictícia quanto os dragões e gigantes que matavam. O tal cavaleiro solitário que anda pelo mundo a fazer certos e desfazer errados tornou-se extremamente popular após a recriação dessas lendas por escrito, pelo trovador francês Chrétien de Troyes (1135-1185). Os verdadeiros cavaleiros eram militares profissionais que talhavam “fracos e oprimidos” a torto e a direito e tinham obrigações feudais. Cinto de castidade: Também é um mito. As menções ao “cinto de castidade” aparecem em textos religiosos como os de São Gregório…

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Armaduras dos cavaleiros da Idade Média

Armadura de cavaleiro

O Felisberto estava a aproveitar o seu momento de lazer, após uma semana de trabalho. Descontraído, lia um artigo de uma revista que falava sobre as armaduras dos cavaleiros da Idade Média. Encantado com as ilustrações que adornavam o artigo, levanta-se do sofá, vai ter com a mulher, uma belíssima loira, e diz-lhe: “Vês, Aninhas, este tipo de vestimenta, era o que os cavaleiros usavam na Idade Média”. Diz-lhe logo a mulher: “Credo! Isso havia de esfolar a mobília toda…”.

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A Feira Medieval de Évora está de volta

Montagem da feira

A 11ª Feira Medieval de Évora, cuja realização estava agendada para decorrer entre 30 de abril a 2 de maio de 2020, foi adiada devido à situação epidemiológica de COVID 19. Agora 539 dias, ou se preferirem, 1 ano, 5 meses e 20 dias depois, finalmente está aqui mais uma edição da Feria Medieval de Évora. O evento marca o retorno dos grandes certames à cidade museu após as restrições provocadas pela pandemia e o Sete Minutos está presente com uma edição diária, exclusivamente dedicada à feira. Assim, entre os…

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Polvo seco grelhado no fogareiro a carvão

Se há um sabor tradicional da feira que me traz boas lembranças é o polvo seco grelhado. Sim, o cheiro não era dos melhores e o aspecto, muito menos, mas o sabor… é indescritível. Já faz muitos anos que os tradicionais vendedores deste manjar deixaram de estar presentes na Feira de São João e o último que vi foi na Feira da Luz em Montemor-o-Novo, em 2010 ou 2011. Mas enfim, saudosismos à parte, de acordo com a Direção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, “o Polvo Seco é caracteristicamente um…

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Memória dos combatentes eborenses

Estátua Rossio

No Rossio de S. Brás, bem no centro do recinto da centenária Feira de São João, ergue-se esta escultura, da autoria de João Silva, que honra a memória dos combatentes eborenses que pereceram na I Grande Guerra (1914-1918). A ideia de dotar a cidade de tal monumento partiu de um grupo de militares e civis, entre os quais se contava o General Óscar Fragoso Carmona (na época Comandante da Região Militar de Évora e posteriormente Presidente da República) e o Governador Civil do Distrito, Jorge de Barros Capinha. A estátua…

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Os caminhos de ferro desempenharam importante papel

Moeda de 2500 réis

Durante a Feira de S. João de 1884 a Companhia dos Caminhos de Ferro do Sul e Sueste organizou comboios especiais de diversas localidades para a Feira de Évora, por exemplo de Lisboa, Beja, Montemor e Azaruja. Os preços das viagens eram mais reduzidos, por exemplo de Lisboa (ida e volta) em 1ª classe o bilhete custava 2.500 réis e em 3ª classe 1.400 réis. Neste ano, também foi relatado um roubo na barraca do Sr. Serrate, onde os gatunos desconhecidos levaram algumas fotos das que usam os artistas ginásticos…

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Origem e Evolução das Feiras – Actu VII

Potes de barro

Terminamos ontem o capítulo da origem e evolução das feiras falando sobre as “feiras francas” e comentando que este certame eborense é uma das mais antigas dessas feiras ainda em funcionamento e tudo se deveu a D. Dinis. No seu reinado que foi de 1279 a 1325, activou-se o impulso dado anteriormente. As regiões de Entre Douro e Minho, a Beira e até o nosso querido Alentejo cobriram-se de feiras, nomeadamente “feiras francas”. Uma vez que as condições de circulação, os perigos dos caminhos, assim como as prisões por dívidas…

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Fado, a canção de Portugal na feira

Azulejo do fado

Ontem o Palco Jovem recebeu a “canção oficial” do país, foi um momento com o Fado Novo nas vozes de Duarte Gato, Helena Brita e Ricardo Martins acompanhados à guitarra portuguesa por Filipe Núncio, Marco Conceição na viola e Gonçalo Cercas na viola baixo. Foi um bom espetáculo, numa noite agradável e cheia de público na feira, mas o Sete Minutos não consegue falar de fado sem vos contar um pouco mais sobre esta que é considerada a canção nacional. A palavra fado vem do latim fatum, ou seja, destino,…

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Três tarefas impossíveis com um elefante

Elefante no circo

Numa cidade, o dono do circo resolveu criar um desafio. No meio do espetáculo ele anuncia ao público: “Pagaremos 1 milhão de euros para quem executar 3 tarefas impossíveis com o nosso elefante: 1. Fazer o nosso elefante saltitar; 2. Fazer o nosso elefante sentar; 3. Fazer nosso elefante falar”. Do nada, levanta-se um homem e diz: “Eu faço, mas tem que apagar a luz!”. Espantado, o dono do circo chama o homem ao palco, manda trazer o elefante e diz para apagarem a luz. Quando a luz se apaga…

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